Por falar nisso, o lado humano do aeroporto é genial. Tem desde pai metendo a mão na filha bocuda até casais de meia-idade andando de mãos dadas. Isso é o lado bonitinho. O lado feinho são os histéricos que acham que se ganha tudo no grito. Pra esses a gente chama a polícia, sério.
Sei lá, viajar deixa as pessoas ansiosas e vulneráveis, todo mundo fica mais propenso a explosões - especialmente com os pobres agentes do check-in, que não têm nada a ver com o pato :) Parece que todo passageiro já vem com o medo de ser sacaneado pela companhia aérea. A minha resposta é sempre a mesma : Por que a gente procuraria criar mais um problema? Néassimnão.
Na verdade, é raro gritarem comigo. Primeiro, porque eu mordo.
July 31, 2002
Há anos que não vejo meu cabelo tão longo. Quero dizer, abaixo dos ombros nem é tão longo assim, mas a quantidade de xampu que estou gastando ultimamente é absurda. Sem contar que tem que pentear, droga. Tinha esquecido de que cabelo embaraça. Eu estava pensando em fazer uma linha meio Patti Smith ou Joey Ramone, mas acho que não vai dar.
July 30, 2002
Se você gosta de Adrian Tomine (Optic Nerve), de Daniel Clowes (Ghost World) ou de Jaime e Gilbert Hernández (Love & Rockets), conheça Justine Shaw e sua Nowhere Girl. Bem legal, pena ser um quadrinho diletante, e portanto sem periodicidade. E só existe online.
O negócio agora, como eu disse pro pessoal, é trabalhar direto. Folga pra quê?
E eu não consigo achar a porcaria do livro do Rick Moody. Estava em cima da mesa, até algum tempo atrás. Mas sumiu no meio da papelada.
Terminei o "American Gods". Muito bom, muito bom. Deve ter dado um trabalho insano pesquisar os deuses e convencê-los a participar dessa trama intrincada, mas Neil Gaiman pode.
E eu não consigo achar a porcaria do livro do Rick Moody. Estava em cima da mesa, até algum tempo atrás. Mas sumiu no meio da papelada.
Terminei o "American Gods". Muito bom, muito bom. Deve ter dado um trabalho insano pesquisar os deuses e convencê-los a participar dessa trama intrincada, mas Neil Gaiman pode.
O pior é chegar em casa e ver o Clive olhando pra mim com aqueles olhões pretos perguntando "Dona, cadê o dono?"
....
"Em Paris, Clive"
"E onde é isso, dona?"
"Longe, gatinho, longe"
"É depois do telhado do vizinho?"
"É."
"Ih, é longe mesmo. Será que o dono vai saber voltar?"
"Sabe sim, Clive. Ele volta"
Acho que vou ficar acordada até a hora de telefonar pra ele.
....
"Em Paris, Clive"
"E onde é isso, dona?"
"Longe, gatinho, longe"
"É depois do telhado do vizinho?"
"É."
"Ih, é longe mesmo. Será que o dono vai saber voltar?"
"Sabe sim, Clive. Ele volta"
Acho que vou ficar acordada até a hora de telefonar pra ele.
July 28, 2002
July 27, 2002
Paris, Amsterdam, Londres, Barcelona, Roma, Cairo, Luxor, Abu Simbel, Aswan, Bahamas, Caracas, Havana, Cienfuegos, Santiago, Chicago, NY, New Haven, Providence, Miami, Orlando, Los Angeles, San Diego, Toronto, Kuala Lumpur, Singapore, Seoul, Jeju, Hong Kong, Bangkok, Pattaya, Sydney, Brisbane, Surfers Paradise.
Iiih. Falta tanto ainda...um dia chego aos pés do meu pai. Haja grana.
Iiih. Falta tanto ainda...um dia chego aos pés do meu pai. Haja grana.
July 26, 2002
Claro que eu nunca tinha alguém pra conversar sobre isso, a não ser minha mãe e minha irmã, que é mais nova que eu. Na boa, não deviam existir muitos pré-adolescentes que soubessem quem é a Betty Grable, a Leslie Caron, a Doris Day, a Ann Miller. E que cantassem junto com a Judy Garland. Exceto, talvez, os aspirantes a drag queen.
É. Weird but proud, tá? É o que diz o banner aí do lado. Aqui não tem propaganda enganosa.
É. Weird but proud, tá? É o que diz o banner aí do lado. Aqui não tem propaganda enganosa.
Eu sempre fui muito cinéfila. Quando eu era criança recortava do jornal as resenhas dos filmes de que gostava e guardava tudo numa pastinha. Hoje são pedacinhos amarelados de texto sobre velhos filmes como "Gone with the Wind" e "O Picolino".
Depois que o VCR chegou em casa, comecei a gravar fitas e fitas de filmes, com a intenção de começar uma "videoteca". Com o DVD agora isso fica mais possível e decente - pelo menos quando tenho dinheiros. As fitas estão juntando pó, mas contêm coisas legais : "A Loja da Esquina", de Ernst Lubitsch, "Let's Make Love", do George Cukor, com a Marilyn e o Yves Montand, "As Três Faces de Eva", com a Joanne Woodward, "Cidade Oculta", do Chico Botelho, "Doc, You've Got to be Kidding", um filme que eu adoro com a Sandra Dee, "Daddy Long Legs" com o Fred Astaire...e isso é só o que lembro agora, mas tem muito mais. Tenho que conseguir comprar os DVDs de tudo isso.
Pois é, quando eu era criança e pré-adolescente eu assistia a clássicos e beach movies e musicais da Metro. Agora, depois dos 30, tô eu aqui assistindo a MIB II e desenhos e Guerra nas Estrelas. Deve ser porque eu nasci ao contrário, só pode ser.
Depois que o VCR chegou em casa, comecei a gravar fitas e fitas de filmes, com a intenção de começar uma "videoteca". Com o DVD agora isso fica mais possível e decente - pelo menos quando tenho dinheiros. As fitas estão juntando pó, mas contêm coisas legais : "A Loja da Esquina", de Ernst Lubitsch, "Let's Make Love", do George Cukor, com a Marilyn e o Yves Montand, "As Três Faces de Eva", com a Joanne Woodward, "Cidade Oculta", do Chico Botelho, "Doc, You've Got to be Kidding", um filme que eu adoro com a Sandra Dee, "Daddy Long Legs" com o Fred Astaire...e isso é só o que lembro agora, mas tem muito mais. Tenho que conseguir comprar os DVDs de tudo isso.
Pois é, quando eu era criança e pré-adolescente eu assistia a clássicos e beach movies e musicais da Metro. Agora, depois dos 30, tô eu aqui assistindo a MIB II e desenhos e Guerra nas Estrelas. Deve ser porque eu nasci ao contrário, só pode ser.
July 25, 2002
Hm. Não resisti. Comprei a Details com os três "Friends" na capa.
Desde que a revista mudou a linha editorial e se relançou, não li nenhuma. Eu gostava da Details antiga, com mulherões na capa em estilo La Chapelle. As matérias eram divertidas, tinha seções impagáveis, tudo witty e moderno. Estão todas guardadas, ainda releio de vez em quando. Ainda não li a nova, mas a folheada básica mostra que está mais voltada para um público Wallpaper, mais cool e sofisticado. Tá certo que pro meu gosto, as capas melhoraram muito - Jude Law, John Cusack, Robert Downey Jr. - mas não tô entendendo. Eles querem vender pra homem ou pra mulher? Ou descobriram que a maior parte do público deles é gay?
Aaanh, tá, entendi. Pro homem, pelo conteúdo. Pra mulher, pela capa. Claro, somos todas superficiais. É.
Desde que a revista mudou a linha editorial e se relançou, não li nenhuma. Eu gostava da Details antiga, com mulherões na capa em estilo La Chapelle. As matérias eram divertidas, tinha seções impagáveis, tudo witty e moderno. Estão todas guardadas, ainda releio de vez em quando. Ainda não li a nova, mas a folheada básica mostra que está mais voltada para um público Wallpaper, mais cool e sofisticado. Tá certo que pro meu gosto, as capas melhoraram muito - Jude Law, John Cusack, Robert Downey Jr. - mas não tô entendendo. Eles querem vender pra homem ou pra mulher? Ou descobriram que a maior parte do público deles é gay?
Aaanh, tá, entendi. Pro homem, pelo conteúdo. Pra mulher, pela capa. Claro, somos todas superficiais. É.
Assisti a "The Curse of the Jade Scorpion". Maravilha, quase um old classic Hepburn & Tracy. One-liners cáusticos que bem poderiam ter sido escritos por Dorothy Parker. O velho Woody muito bem no papel de um Woody malandro de língua afiada. A trilha que você sai cantarolando. Dan Aykroyd. Nova Iorque. Enfim, não preciso dizer mais nada.
July 24, 2002
July 23, 2002
Sessão dupla hoje (ei, só tenho uma folga esta semana) : "About a Boy" e "MIB II".
O primeiro é engraçado e adorável, em grande parte por causa do Hugh "I'm-so-over-Liz" Grant. Eu imaginava um Marcus bem mais freak, não tão bonitinho-de-franjinha-torta (mulheres matariam por aquela pele transparente, olhos claros e lábios vermelhos. Mas enfim, estamos falando de um garotinho). O personagem da Toni Colette aparece pouco, graças a Deus. A adaptação ficou boa. A trilha também. E eu juro que chorei na hora da apresentação-suicídio-social (loved that!). Soooo pathetic, eu sei.
O segundo foi uma decepção. Teve momentos muito legais, que se perderam entre efeitos batidos e toscos e piadinhas fracas e previsíveis. Mas são só 88 minutos, não dá tempo de se aborrecer. E eu adoro o Tommy Lee Jones. Macho pacas.
O primeiro é engraçado e adorável, em grande parte por causa do Hugh "I'm-so-over-Liz" Grant. Eu imaginava um Marcus bem mais freak, não tão bonitinho-de-franjinha-torta (mulheres matariam por aquela pele transparente, olhos claros e lábios vermelhos. Mas enfim, estamos falando de um garotinho). O personagem da Toni Colette aparece pouco, graças a Deus. A adaptação ficou boa. A trilha também. E eu juro que chorei na hora da apresentação-suicídio-social (loved that!). Soooo pathetic, eu sei.
O segundo foi uma decepção. Teve momentos muito legais, que se perderam entre efeitos batidos e toscos e piadinhas fracas e previsíveis. Mas são só 88 minutos, não dá tempo de se aborrecer. E eu adoro o Tommy Lee Jones. Macho pacas.
July 22, 2002
Assisti em vídeo (claro, não foi pros cinemas - e talvez com razão) à versão turbinada 2001 de "Josie and the Pussycats". Tá, a idéia foi bonitinha, fazer uma crítica a este mundo feio do consumismo massificado, de boy bands a marcas de xampu. Mas não rolou. Talvez se não tivessem entupido a tela de marcas reais - mas aí cadê a grana pra fazer o filme, não é? Ha.
Tem alguns momentos legais, como a boy band Dujour, que até site real na web tem. Vale pra ver o Seth Green e o Breckin Meyer cantando/dançando "Backdoor Lover". E a Melody, a fofa da Tara Reid. Ela não é tão hot como nos quadrinhos, mas é tão retardada quanto, o que é engraçadíssimo. E a Parker Posey, minha canastrona indie predileta, nuns modelones inacreditáveis. E o Alan Cummings. E as músicas, girly punk pop à la Julianna Hatfield (cuja versão da música-tema devia ter sido usada no filme btw). Eles moram em Riverdale, a cidade do Archie.
Mas de resto...fraquinho de morrer. But that's entertainment!
Tem alguns momentos legais, como a boy band Dujour, que até site real na web tem. Vale pra ver o Seth Green e o Breckin Meyer cantando/dançando "Backdoor Lover". E a Melody, a fofa da Tara Reid. Ela não é tão hot como nos quadrinhos, mas é tão retardada quanto, o que é engraçadíssimo. E a Parker Posey, minha canastrona indie predileta, nuns modelones inacreditáveis. E o Alan Cummings. E as músicas, girly punk pop à la Julianna Hatfield (cuja versão da música-tema devia ter sido usada no filme btw). Eles moram em Riverdale, a cidade do Archie.
Mas de resto...fraquinho de morrer. But that's entertainment!
Pronto. Vai começar Anima Mundi de novo. Vou estar na labuta diária do aeroporto, mas mesmo se não estivesse você não ia me encontrar naquelas filas gigantescas, onde 90% das pessoas estão lá só porque contribui para o currículo cool descolado. Pena porque vou perder o "Parking", do Bill Plympton. E li em algum lugar que vai passar "Les Voyages de Chihiro", do qual eu não sei o título original e dizem que é lindo, um dos melhores filmes de animação japonesa ultimamente. Fazêoquê.
Eu lembro das primeiras edições do festival, nunca tinha público. Fico pasma e contente ao ver como ele cresceu e se popularizou. Tanto que não dá mais pra ir. Podiam cobrar ingresso, nem que fosse uma soma simbólica. Quem sabe seria possível estender a programação. A seleção é ótima, mas espremida em quatro dias fica inviável.
Eu lembro das primeiras edições do festival, nunca tinha público. Fico pasma e contente ao ver como ele cresceu e se popularizou. Tanto que não dá mais pra ir. Podiam cobrar ingresso, nem que fosse uma soma simbólica. Quem sabe seria possível estender a programação. A seleção é ótima, mas espremida em quatro dias fica inviável.
O que me deixou chocada foi saber que "A Fantástica Fábrica de Chocolate" foi produzido para promover um chocolate, que foi devidamente batizado de "Wonka". O problema é que o chocolate era uma droga e foi recolhido, enquanto o filme virou ícone.
Mas que eu queria MUITO ter uma barra de chocolate Wonka, eu queria...
Mas que eu queria MUITO ter uma barra de chocolate Wonka, eu queria...
Sou uma pessoa mais completa : acabei de comprar o DVD da "Fantástica Fábrica de Chocolate". Não caibo em mim de contentamento. Além do filme, o DVD traz um documentário sobre a produção, com direito a entrevistas com o elenco...hoje em dia. O loirinho Charlie virou um veterinário bigodudo, a Veruca está enxutona e é mãe e locutora, o Mike Teevee está careca e é consultor financeiro, a Violet virou uma tiazinha e mãe de dois filhos e o alemãozinho gordo mais bizarro de todos, o Augustus Gloop, bem...é um alemãozão gordo. E bizarro.
E mais! Tem um "sing along" das músicas do filme, uuuuuh! I'm eight years old again.
Cadê meu livro do Roald Dahl?
O único problema é que com a nitidez digital, os gobstoppers permanentes agora aparecem como o que eles realmente são : pecinhas coloridas poligonais pintadas. Não sei se eu é que era míope ou a imagem da TV borrada, mas naquele ambiente fuzzy os gobstoppers pareciam comestíveis e deliciosos. Hoje não parecem. Snif.
E mais! Tem um "sing along" das músicas do filme, uuuuuh! I'm eight years old again.
Cadê meu livro do Roald Dahl?
O único problema é que com a nitidez digital, os gobstoppers permanentes agora aparecem como o que eles realmente são : pecinhas coloridas poligonais pintadas. Não sei se eu é que era míope ou a imagem da TV borrada, mas naquele ambiente fuzzy os gobstoppers pareciam comestíveis e deliciosos. Hoje não parecem. Snif.
July 18, 2002
E claro, o crédito da descoberta do casalzinho é do Alice in Wonderground. Mas não é possível. Ainda estou na esperança de que seja gozação. Ninguém se prestaria a esse mico publicamente. Or would they?
July 17, 2002
Eeca. Chaterine Deneuve no Caderno 2. Tudo bem, um a cara do outro, chato e burocrático.
Eu costumava gostar mais do Estadão do que da Folha, oooh. Mas de uns anos pra cá a Folha melhorou tanto o conteúdo que deixou o dinossauro pra trás. Muito. Além disso, um jornal que tem uma coluna como a do César Giobbi tem mais é que sumir mesmo. Eu tento encarar como uma coluna humorística, mas tanto reacionarismo e futilidade e informações erradas não descem.
Eu costumava gostar mais do Estadão do que da Folha, oooh. Mas de uns anos pra cá a Folha melhorou tanto o conteúdo que deixou o dinossauro pra trás. Muito. Além disso, um jornal que tem uma coluna como a do César Giobbi tem mais é que sumir mesmo. Eu tento encarar como uma coluna humorística, mas tanto reacionarismo e futilidade e informações erradas não descem.
A propósito : eu não costumo assistir a versões dubladas, mas "Ice Age" em português ficou muito melhor que em inglês. Na verdade, a versão francesa ficou melhor que a inglesa. Ou seja, a versão original sucks. Tudo por causa daquele chato do Ray Romano fazendo a voz do Manfred. Em francês foi o Gerard Lanvin, óóótimo porque ele tem voz de mamute mesmo. O John Leguizamo, bem, é o John Leguizamo. Engraçadinho e caricatural como sempre.
Ah, e o Diego em francês é...(ganha um Chocookie quem acertar) o Vincent Cassel! Eu achei perfeito, eles têm até a mesma cara!
Ah, e o Diego em francês é...(ganha um Chocookie quem acertar) o Vincent Cassel! Eu achei perfeito, eles têm até a mesma cara!
July 15, 2002
July 12, 2002
Muitas estréias em cinema. Bom, muito bom. Not enough time pra assistir a todas. Não bom.
Mas vejo que "8 Femmes" do François Ozon chegou. Acho que parte do público vai odiar, mas arrisquem. A trama em si é banal - não passa de um pretexto para exibir na mesma tela alguns dos grandes talentos femininos do cinema francês - mas os números musicais são deliciosos. Claro que um dos melhores personagens é da Isabelle Huppert. Por causa dela, até a chata da Catherine Deneuve eu engoli.
Mas vejo que "8 Femmes" do François Ozon chegou. Acho que parte do público vai odiar, mas arrisquem. A trama em si é banal - não passa de um pretexto para exibir na mesma tela alguns dos grandes talentos femininos do cinema francês - mas os números musicais são deliciosos. Claro que um dos melhores personagens é da Isabelle Huppert. Por causa dela, até a chata da Catherine Deneuve eu engoli.
July 11, 2002
July 10, 2002
July 09, 2002
E "How to Be Good" do Nick Hornby é bem interessante, pelo fato do narrador ser mulher. Claro, a personagem é tão descabeçada e frágil e idiota que você vai automaticamente se lembrar de todas as Bridget e similares que preenchem a prateleira de "British girly novels", mas os losers do universo Hornby são sempre tão cativantes e proporcionam cenas tão engraçadas que vale a pena investir neles mais uma vez. Quem achou chato ou algo parecido provavelmente estava esperando outro "High Fidelity"- ícone-de-cultura-fucking-pop-oh-eu-queria-ser-o-Rob. Tá bem mais pra "About a Boy".
Fui assistir, finalmente, ao "Ataque dos Clones". Tem algumas coisas boas, mas o filme no todo é fraquinho. O Ewan McGregor, embora totalmente ewan como sempre (mesmo com aquele penteado horroroso), não me parece nem um pouco à vontade na pele do jovem Obi-Wan. Certo, o combate com todos os jedi reunidos foi legal. O C3PO com crise de identidade também. Mas as cenas românticas foram de doer.
A moral é : com tantos efeitos especiais à disposição, pra que história?
Não assisto os filmes da trilogia original há muito tempo, mas tenho a clara impressão de que eles eram muito mais empolgantes e emocionantes, mesmo com a "tecnologia 1977" de efeitos especiais. Pô, prefiro o Mestre Yoda como puppet à versão turbinada em CG que brotou neste último filme.
"His name was Yoda, he was a muppet..."
A moral é : com tantos efeitos especiais à disposição, pra que história?
Não assisto os filmes da trilogia original há muito tempo, mas tenho a clara impressão de que eles eram muito mais empolgantes e emocionantes, mesmo com a "tecnologia 1977" de efeitos especiais. Pô, prefiro o Mestre Yoda como puppet à versão turbinada em CG que brotou neste último filme.
"His name was Yoda, he was a muppet..."
Ahá. Como eu disse, hoje é domingo e eu voltei.
Paris continua com o mesmo clima indeciso. Ainda não consegui me convencer de que é verão. Pra piorar, é época de liquidações, o que entope as lojas de gente enlouquecida atrás DAQUELE vestidinho que custava 12903219 euros e agora apenas 6234, 50. Mas como não fui para fazer compras, foi divertido. Assisti a "Ghost World" - numa sala horrível e minúscula - e gostei. Tomara que seja lançado aqui. Comi cerejas. Fomos parar numa competição de fanfarras nas Arenas de Lutécia, rodeados de Smurfs. Comprei o DVD de "Le Pacte des Loups" e do "Little House on the Prairie" (eu tive de comprar!). Entramos na Église de Notre Dame des Blancs-Manteaux. Comemos os panini mais caros do mundo. Vimos um homem sem um braço. Achamos onde os nerds de Paris se escondem - Place Jussieu. E foi isso.
Paris continua com o mesmo clima indeciso. Ainda não consegui me convencer de que é verão. Pra piorar, é época de liquidações, o que entope as lojas de gente enlouquecida atrás DAQUELE vestidinho que custava 12903219 euros e agora apenas 6234, 50. Mas como não fui para fazer compras, foi divertido. Assisti a "Ghost World" - numa sala horrível e minúscula - e gostei. Tomara que seja lançado aqui. Comi cerejas. Fomos parar numa competição de fanfarras nas Arenas de Lutécia, rodeados de Smurfs. Comprei o DVD de "Le Pacte des Loups" e do "Little House on the Prairie" (eu tive de comprar!). Entramos na Église de Notre Dame des Blancs-Manteaux. Comemos os panini mais caros do mundo. Vimos um homem sem um braço. Achamos onde os nerds de Paris se escondem - Place Jussieu. E foi isso.
July 03, 2002
July 02, 2002
July 01, 2002
Não tem jeito. Douglas Coupland ainda é um dos autores contemporâneos mais legais que existem. O "All Families Are Psychotic" é criativo, engraçado e sensível, com um pezinho no absurdo. Todos os personagens têm falas maravilhosamente witty, e não importa se são os mais screwed up do planeta : eles cativam. É leitura leve with crunchy bits.
Mas enfim, não é surpresa. Desde "Girlfriend in a Coma", todos os livros dele têm sido ótimos.
Mas enfim, não é surpresa. Desde "Girlfriend in a Coma", todos os livros dele têm sido ótimos.