E "Cowboy Bebop" é ÓTIMO. Como não assisti a isso antes??
A Edward é um dos personagens mais legais que vi nos últimos tempos. Sem contar a trilha.
January 31, 2003
Fui buscar o carro na oficina hoje. Peço pra ver uma lista do que foi feito e tenho de ouvir esta : "Hm, tudo bem, mas acho que você não vai entender". Só porque eu sou mulher, é?
ÓDEO.
Só por causa disso, fui extra-chata na inspeção do carro. E claro, achei uma lanterna queimada e um sensor de temperatura ausente.
ÓDEO.
Só por causa disso, fui extra-chata na inspeção do carro. E claro, achei uma lanterna queimada e um sensor de temperatura ausente.
January 27, 2003
E esta foi uma viagem girls-only em que tudo deu certo. Céu azul azul todo dia, hotel bacana e incrivelmente barato e bem localizado, companheiras perfeitas, pechinchas em todas as lojas de Manhattan, hot apple cider no Starbucks, exposição Atapuerca no American Museum of Natural History, lago congelado no Central Park, voltinha de ferryboat até Staten Island, bagel com salmão e cream cheese no café da manhã, vento gelado, esquilos, Peppermint Patties. Sixth but not the last time.
Arrumando as coisas por aqui acabei achando um email que escrevi pra alguém que me perguntou sobre a Tailândia. Acho que vou republicar aqui.
Bem, vamos ao que interessa? Eu acho que você vai adorar a Tailândia. Bangkok é uma cidadezona, atulhada de gente, de carros, com templos inacreditáveis, budas gigantescos, filas de monges vestidos em laranja atravessando as ruas, comida apimentada de queimar a boca (mesmo), movimento dia e noite. Como disse, 3-4 dias na cidade está bom pra ver tudo com calma. Se vc quiser se arriscar, pegue um tuk-tuk de transporte. São riquixás motorizados, cabem umas 3 pessoas apertadas. Os motoristas costumam combinar com os turistas uma espécie de trajeto-pacote, dois ou três templos seguidos. Você marca um horário para sair do templo, e geralmente ele está lá esperando por você, pronto para seguir ao próximo a ser visitado. O problema é que no final ele sempre vai querer te levar em lojas de artesanato e jóias, esperando a comissão. Não caia nessa - se você quiser REALMENTE chegar a algum lugar sem incômodos, pegue um táxi. Mas que o tuk-tuk é divertido, é...
Acho que vc queria informações mais sobre as ilhas e praias, mas infelizmente não fui pra nenhuma das que vc listou. Fui pra Pattaya, que é um ponto conhecido pra mergulho, mas particularmente achei muito cheia de gente. Ko Samui deve ser infinitamente melhor, ouvi falar bem de Bo Phut. O motivo de Pattaya ser tão movimentada, creio, deve-se a um imenso "red light district". A noite é agitada, mas mulheres - especialmente as asiáticas - correm o sério risco de serem confundidas... :)
Bem, que mais posso dizer? Se precisar tomar ônibus dentro da cidade, decore o número dele. Os letreiros são todos escritos em thai. Ah, e de preferência saiba dizer para onde vc vai para o cobrador (que vai perguntar em thai, claro). Os tailandeses são gentis, mas muitos não falam inglês. Não esqueça de visitar um mercado flutuante. São lindos. Não se irrite com o excesso de turistas em Bangkok, alguma hora vc consegue tirar a sua foto nos templos e palácios. Faça as visitas com meias sem furos ou então calçados fáceis de tirar e pôr. Deve-se entrar descalço nos templos e nunca se aponta os pés para o buda...
Como vc vê, eu sou mais ligada na exploração urbana do que no turismo ecológico, por isso desculpe se não deu pra te passar outras dicas. Mas posso sugerir uma coisa? Já que vc pretende visitar a Tailândia, por que não dar uma passada nas outras cidades do sudeste asiático? Kuala Lumpur, na Malásia, é interessantíssima, e Singapura vale uma visita de uns dois dias. Tem uma vida noturna ótima. Não fui ao Vietnã nem ao Camboja por falta de tempo, mas me arrependi.
Bem, vamos ao que interessa? Eu acho que você vai adorar a Tailândia. Bangkok é uma cidadezona, atulhada de gente, de carros, com templos inacreditáveis, budas gigantescos, filas de monges vestidos em laranja atravessando as ruas, comida apimentada de queimar a boca (mesmo), movimento dia e noite. Como disse, 3-4 dias na cidade está bom pra ver tudo com calma. Se vc quiser se arriscar, pegue um tuk-tuk de transporte. São riquixás motorizados, cabem umas 3 pessoas apertadas. Os motoristas costumam combinar com os turistas uma espécie de trajeto-pacote, dois ou três templos seguidos. Você marca um horário para sair do templo, e geralmente ele está lá esperando por você, pronto para seguir ao próximo a ser visitado. O problema é que no final ele sempre vai querer te levar em lojas de artesanato e jóias, esperando a comissão. Não caia nessa - se você quiser REALMENTE chegar a algum lugar sem incômodos, pegue um táxi. Mas que o tuk-tuk é divertido, é...
Acho que vc queria informações mais sobre as ilhas e praias, mas infelizmente não fui pra nenhuma das que vc listou. Fui pra Pattaya, que é um ponto conhecido pra mergulho, mas particularmente achei muito cheia de gente. Ko Samui deve ser infinitamente melhor, ouvi falar bem de Bo Phut. O motivo de Pattaya ser tão movimentada, creio, deve-se a um imenso "red light district". A noite é agitada, mas mulheres - especialmente as asiáticas - correm o sério risco de serem confundidas... :)
Bem, que mais posso dizer? Se precisar tomar ônibus dentro da cidade, decore o número dele. Os letreiros são todos escritos em thai. Ah, e de preferência saiba dizer para onde vc vai para o cobrador (que vai perguntar em thai, claro). Os tailandeses são gentis, mas muitos não falam inglês. Não esqueça de visitar um mercado flutuante. São lindos. Não se irrite com o excesso de turistas em Bangkok, alguma hora vc consegue tirar a sua foto nos templos e palácios. Faça as visitas com meias sem furos ou então calçados fáceis de tirar e pôr. Deve-se entrar descalço nos templos e nunca se aponta os pés para o buda...
Como vc vê, eu sou mais ligada na exploração urbana do que no turismo ecológico, por isso desculpe se não deu pra te passar outras dicas. Mas posso sugerir uma coisa? Já que vc pretende visitar a Tailândia, por que não dar uma passada nas outras cidades do sudeste asiático? Kuala Lumpur, na Malásia, é interessantíssima, e Singapura vale uma visita de uns dois dias. Tem uma vida noturna ótima. Não fui ao Vietnã nem ao Camboja por falta de tempo, mas me arrependi.
January 20, 2003
January 17, 2003
A Livraria Cultura criou um programa de fidelização que eu estou amando. Compramos um livro incrível sobre a Roma subterrânea pelo mesmo preço que teríamos pago em Londres - e sem ter de carregar o peso na mala. Comprei também um livro sobre arqueologia pra minha mãe que nem tinha desconto, mas o preço era justo. Justíssimo, aliás. Eu sei que pelo jeito vou começar a realmente comprar coisas lá, ao invés de só olhar e encomendar depois pela internet na Amazon (juro, isso era muito mais barato). Isto é, se meu cartão de crédito aguentar o tranco.
January 14, 2003
Assisti finalmente a "On Connaît la Chanson". Foi meio que resolver uma questão pendente, porque numa tarde chuvosa em Paris em 1997 tive que escolher entre ver o filme do Resnais e "A Life Less Ordinary", do Danny Boyle. Acabei preferindo ver o Ewan McGregor dançar com a Cameron Diaz à cantoria em francês, mas não sem uma pontinha de remorso que tentei abafar pensando "ora, assisto quando estrear no Brasil". Pois é, demorou cinco anos.
Por isso mesmo o filme foi uma alegria dupla. Primeiro, pendências me enchem o saco. Segundo, "On Connaît..." é muito bom. O tema pode ser o mesmo de milhões de outros filmes - encontros e desencontros amorosos - mas os diálogos escritos pelos inseparáveis Jean-Pierre Bacri/Agnès Jaoui e as intervenções musicais dubladas escolhidas a dedo fazem toda a diferença. Claro, além dos momentos impagáveis, como ver o distinto André Dussollier vestido de guarda republicano montado e a ex-musa Jane Birkin (hoje uma senhora envelhecida) dublando a si mesma. Vão, vão lá ver.
Por isso mesmo o filme foi uma alegria dupla. Primeiro, pendências me enchem o saco. Segundo, "On Connaît..." é muito bom. O tema pode ser o mesmo de milhões de outros filmes - encontros e desencontros amorosos - mas os diálogos escritos pelos inseparáveis Jean-Pierre Bacri/Agnès Jaoui e as intervenções musicais dubladas escolhidas a dedo fazem toda a diferença. Claro, além dos momentos impagáveis, como ver o distinto André Dussollier vestido de guarda republicano montado e a ex-musa Jane Birkin (hoje uma senhora envelhecida) dublando a si mesma. Vão, vão lá ver.
January 12, 2003
January 10, 2003
January 07, 2003
Mal começou o ano e já vejo gente gongando um ao outro. Tá, eu particularmente estou meio cansada de algumas pessoas que não tomam um rumo na vida e ficam enlouquecendo os outros porque não sabem pra onde dirigir sua frustração, mas eu REALMENTE acho que só pode apontar defeitos no outro quem tem o dedo limpo. E mesmo assim, se o fizer, vai ser um tremendo dum chato. Caray, live and let live.
E assistindo à versão estendida de "LOTR - The Fellowship of the Ring", eu imagino a dor no coração do Peter Jackson ao ser obrigado a cortar cenas de seu filme. Algumas realmente fazem falta - especialmente se pensarmos na continuidade da trilogia. Pra quem não leu o livro e está acompanhando as aventuras de Frodo & cia ano a ano (oh, tortura!), milhões de pontos de interrogação devem pulular da tela. Lembas? Capas élficas? Quem era Boromir mesmo? Pois é. Respostas no DVD.
January 01, 2003
Esta passagem de ano foi muito, muito boa. Sem stress, sem correria, só entre pessoas queridas. Fomos pra casa da Ligia com um monte de comida e bebida e brownies, ficamos conversando até alguém se ligar de que era quase meia-noite. Vimos os fogos de artifício pela janela, todos os amigos telefonando depois da meia-noite pra falar um oi, musiquinhas legais no som, enfim, não dava pra ser melhor. Happy New Year.
