É sexta-feira e fomos correndo assistir a "Piratas do Caribe" na sala THX do Kinoplex. Duas horas in pure awe. Johnny Depp é o sensacional pirata Jack Sparrow, Orlando Bloom é Will Turner, um ferreiro hábil e apaixonado pela filha do governador da ilha. Juntos eles perseguem o navio Black Pearl, de piratas amaldiçoados que se tornam espectros à luz da lua e comandados pelo sempre ótimo Geoffrey Rush.
O filme é magnetizante, tanto pela boa história, quanto pela cenografia e efeitos emocionantes. Há passagens idênticas às da atração dos parques da Disney, o que é uma diversão à parte, as lutas são maravilhosamente coreografadas e executadas, enfim, fantasia pura. Isso tudo visto numa sala THX, então, foi a cereja no topo.
E o Johnny Depp é T-U-D-O. Engraçado, cool, enigmático. Eu gosto do Orlando Bloom, mas passei o filme todo imaginando o Legolas brincando de pirata. Acho que o menino vai ter dificuldades em se desvencilhar da imagem de elfo.
August 30, 2003
August 29, 2003
Depois de sair correndo de casa pra fazer uma gravação urgente na Barra Funda, Catô e eu desaceleramos o passo, nos entupimos de coisas gostosas na Barcelona e mergulhamos no mundo maravilhoso de Napoleão Bonaparte na FAAP. Exposição gloriosa. E de graça.
Tem objetos pessoais, quadros, bustos, reproduções de ambientes bem-feitas, peças do Musée de l'Armée, do Louvre, do Carnavalet e de outros tantos mais. Relicários com fios de cabelo do baixinho, papéis rabiscados, diários, selos, caixas de tabaco ornamentadas, exércitos de soldadinhos de chumbo, armas e chapéus. São 400 peças bem expostas. Enfim, não fica nada a dever pra museu algum no mundo. Mesmo. É só ver a instalação dedicada ao período em Santa Helena e a da campanha no Egito, assim como o folder lindíssimo à disposição na entrada.
Mas passe longe no final de semana. Deve virar um inferno.
Tem objetos pessoais, quadros, bustos, reproduções de ambientes bem-feitas, peças do Musée de l'Armée, do Louvre, do Carnavalet e de outros tantos mais. Relicários com fios de cabelo do baixinho, papéis rabiscados, diários, selos, caixas de tabaco ornamentadas, exércitos de soldadinhos de chumbo, armas e chapéus. São 400 peças bem expostas. Enfim, não fica nada a dever pra museu algum no mundo. Mesmo. É só ver a instalação dedicada ao período em Santa Helena e a da campanha no Egito, assim como o folder lindíssimo à disposição na entrada.
Mas passe longe no final de semana. Deve virar um inferno.
August 28, 2003
August 27, 2003
Eu não sei quantos de vocês aí são nerd o suficiente pra ficar clicando feito doido em todo menu de DVD com a intenção de descobrir easter eggs, mas...é divertido. Eu particularmente não tenho muita paciência de ficar procurando, mas sempre fico curiosa. Pena que o do LOTR só tem dois.
August 25, 2003
August 24, 2003
August 23, 2003
Hm, aproveitando o gancho, lembrei de mais um filme que bem que poderia chegar - "Le Coeur des Hommes", de Marc Esposito. Além de muito bom, tem um elencão - Gérard Darmon e Jean-Pierre Darroussin. Uma boa resposta à invasão de chick flicks de uns tempos pra cá. Afinal, homens também têm sentimentos.
Esse filme "novo" com a Audrey Tautou eu vi ano passado numa das vezes que fui pra Paris. É legal, bom pra enterrar a imagem de Amélie e tem boas idéias. Agora, o que podia estrear aqui era "Moi, César, 10 ans et demi, 1m39", um filme do Richard Berry sobre...bem, César, de 10 anos de idade e 1m39 de altura. Os franceses cada vez mais me convencem de que sabem fazer filmes sobre a infância.
August 22, 2003
Sem querer fazer propaganda mas fazendo, achei a Gol muito boa. Têm mais é que crescer mesmo.
E achei o Santos Dumont um aeroporto tão simpático! Fazia muito tempo que eu não chegava ao Rio por ele. Minha última impressão do Rio tinha sido o monstrengo do Galeão, numa volta de Paris mês passado. Pô, pra ser pior que Cumbica (ah, não, agora se chama Aeroporto Governador André Franco Montoro - eu deveria me recusar a trabalhar num lugar desses) é porque é MUITO ruim.
E achei o Santos Dumont um aeroporto tão simpático! Fazia muito tempo que eu não chegava ao Rio por ele. Minha última impressão do Rio tinha sido o monstrengo do Galeão, numa volta de Paris mês passado. Pô, pra ser pior que Cumbica (ah, não, agora se chama Aeroporto Governador André Franco Montoro - eu deveria me recusar a trabalhar num lugar desses) é porque é MUITO ruim.
August 20, 2003
August 19, 2003
Aliás, esses dois últimos posts me lembraram de uma coisa importantíssima : sessão especial com toda a trilogia LOTR - "The Fellowship of the Ring", "The Two Towers" e "The Return of the King" - dia 16 de dezembro, às 17h no CineStar do Sony Center, Potsdamer Platz, Berlim. Vai encarar?
August 17, 2003
August 15, 2003
August 13, 2003
Achei "View From the Top" bem divertido. Não é um grande filme, muito pelo contrário. É o filme com mais clichês que já vi - o que poderia ser um desastre, mas não é. Acaba sendo engraçado e leve. O Bruno Barreto não nega a raça e acaba enchendo a tela com uns close-ups imeeensos e inúteis, mas pelo menos agora sabemos que todas as atrizes, inclusive a Gwyneth, têm ruguinhas em volta dos olhos.
E claro, algumas piadas podem não ter graça para a maioria das pessoas. Mas se você ouvir alguém rindo alto durante o filme, pode apostar que trabalha em aviação. :)
E claro, algumas piadas podem não ter graça para a maioria das pessoas. Mas se você ouvir alguém rindo alto durante o filme, pode apostar que trabalha em aviação. :)
August 09, 2003
Mas o que é mais irritante mesmo é a quantidade de "educadores" e "orientadores" circulando. Não sei se a organização espera um público gigantesco ou se acham que o povo não vai entender nada mesmo, mas aquelas aglomerações de pessoas zanzando pra cá e pra lá atrapalham e enchem o saco. Tive de esperar eles saírem pra conseguir ver algumas coisas. Ah, e as aglomerações em si eram compostas de vários "orientadores", e não de outros pagantes.
Eu entendo que a presença deles às vezes é necessária, mas e pra quem gosta de ver tudo em paz? Eu não suporto nem aqueles audioguides, porque eles determinam quanto tempo eu tenho de ficar em frente à obra. Grr.
Eu entendo que a presença deles às vezes é necessária, mas e pra quem gosta de ver tudo em paz? Eu não suporto nem aqueles audioguides, porque eles determinam quanto tempo eu tenho de ficar em frente à obra. Grr.
Depois de encomendar um retrovisor novo pro meu carro (motoboy fdp!), fomos ver a exposição da Tate na Oca. Interessante, mas pequena e superficial. Mas também, o que eu queria? É um panorama de um período - pra quem aprecia, um gostinho. Pra quem não conhece, desperta a curiosidade. E pronto.
Eu sei que o povo vai pra ver a parte do Damien Hirst, mas eu juro pra vocês que tem coisa melhor por lá (escolheram uma série fraquiiinha): Gilbert & George, Francis Bacon e Richard Hamilton. Pouca coisa, mas dá pro gasto.
Eu sei que o povo vai pra ver a parte do Damien Hirst, mas eu juro pra vocês que tem coisa melhor por lá (escolheram uma série fraquiiinha): Gilbert & George, Francis Bacon e Richard Hamilton. Pouca coisa, mas dá pro gasto.
August 08, 2003
E até que teve mais público do que eu esperava no show da Patife Band hoje. Punque dodecafônico. Paulinho Barnabé parecendo menor e mais franzino ainda com aquele cabelo de Beto Guedes (!!), guitarrista hipermegapower, baterista com quinhentas mil mãos, povo pedindo bis de "Tô Tenso" e "Pregador Maldito", mas o que veio foi "Corredor Polonês". Por mim, tocava todo o repertório antigo de novo - fazia anos que não ouvia "Pesadelo" e "Poema em Linha Reta" porque ainda não sei passar vinil pra CD, burrita. Maravilha, vai ter mais na terça dia 12, no CCBB à tarde.
August 07, 2003
Em Berlim, resolvi entrar na Dockland pra comprar CDs de bandas alemãs. Depois de vasculhar as prateleiras e verificar que a cena de ska é muito forte por lá, resolvi pedir ajuda pro cara da loja, um alemão até simpático. Ele separou algumas coletâneas de punk e oi! que custavam 5 euros cada e uma de bandas da extinta DDR, que por ser mais rara custava 15. Levei todos e mais o CD que ele estava ouvindo, do The Adjusters. De brinde, ganhei um dos bottons que mais expressa o que eu sinto : "Emo sucks".
"Mas afinal, de onde vocês são?
"Brasil"
"Aah, Brasil...meu tio mora no Brasil. Perto de São Paulo. Parece que é no meio do mato. Tatuí, ou algo assim"
"..."
Comecei a rir, porque afinal o mundo é mesmo uma ervilha.
"E o que ele foi fazer em Tatuí?"
"Ele é Testemunha de Jeová"
Oh, right.
"Mas afinal, de onde vocês são?
"Brasil"
"Aah, Brasil...meu tio mora no Brasil. Perto de São Paulo. Parece que é no meio do mato. Tatuí, ou algo assim"
"..."
Comecei a rir, porque afinal o mundo é mesmo uma ervilha.
"E o que ele foi fazer em Tatuí?"
"Ele é Testemunha de Jeová"
Oh, right.
August 03, 2003
August 01, 2003
E foda-se também que cortaram as falas do Santoro. Ele tá lá, aparece e bem e o personagem dele tem nome. Tem muito ator de peso por aí que daria a alma pra ter o nominho nos créditos principais e associado a Demi Moore e John Cleese. Ô dor de cotovelo da brasileirada, não? No fuundo, todo mundo sonha com Hollywood mesmo.
"Charlie's Angels : Full Throttle" rocks. É um filme de ação para garotas, feito por garotas, evidentemente. Do elenco às piadinhas, tudo só pode ter sido pensado segundo o nosso gosto. Enquanto os filmes dirigidos ao público masculino só têm metralhadoras, carros em alta velocidade e mulheres semi-nuas penduradas no personagem principal, "Full Throttle" tem metralhadoras, mulheres semi-nuas que são as personagens principais e pilotam os carros em alta velocidade e ainda têm o Luke Wilson, o Matt LeBlanc e o Justin Theroux pendurados nelas. Um filme masculino teria alguém seboso como o Brian Cox como vilão. As Angels têm o Rodrigo Santoro. See my point?
E como se não bastasse ver as garotas dando porrada, se divertindo com as melhores amigas e usando roupas maravilhosas, o filme ainda traz a Jaclyn Smith, minha Pantera favorita da época da TV. É demais, não? Dane-se quem não gostou porque achou que "não tinha história". O filme foi feito pra ser absurdo e divertido e pronto.
Panteras kick ass.
E como se não bastasse ver as garotas dando porrada, se divertindo com as melhores amigas e usando roupas maravilhosas, o filme ainda traz a Jaclyn Smith, minha Pantera favorita da época da TV. É demais, não? Dane-se quem não gostou porque achou que "não tinha história". O filme foi feito pra ser absurdo e divertido e pronto.
Panteras kick ass.
"28 Days Later" é uma boa mistura de suspense e horror - sintético, simples mas eficiente. Tem clichês, mas e daí? Primeiro, não dá pra fugir muito deles nessa área. Segundo, o talento está em fazer bom uso deles. Gosto mais do Danny Boyle assim - sem Leonardo DiCaprio, sem superproduções, mas sinto falta do humor de "Shallow Grave" e "Trainspotting". Chega de Alex Garland, né?