September 28, 2003
Your soul is worth £8951. For your peace of mind, 82% of people have a purer soul than you.
Hehe. Já vi que vou ter de arranjar qualquer outra coisa pra vender. E você?
Hehe. Já vi que vou ter de arranjar qualquer outra coisa pra vender. E você?
September 27, 2003
Ou então "Nuits de la Pleine Lune", que é o meu favorito. Mesmo. Tem a Pascale Ogier (deve ter sido um dos últimos filmes dela) e o Fabrice Luchini, mas o que me encanta é algo que não sei explicar bem. É super eighties, mas de repente é isso mesmo. E Paris à noite, também. Eu lembro de assistir ao filme e pensar : "eu quero viver isso". Bem, e anos depois consegui. Só não foi nos anos oitenta.
"Down With Love" é adorable, mas é i-g-u-a-l a "Pillow Talk", que é igual a "Lover Come Back", dois da dupla Doris Day-Rock Hudson, com o eterno third wheel mas indispensável Tony Randall. Tudo bem, parece que a proposta era essa mesma, homenagem with a twist. Bonitinho, engraçado, figurinos e cenografia muito bons, reprodução quase perfeita daquele mundo colorido dos early sixties que eu amava quando criança. Quase. O único senão na autenticidade são os atores, que por melhores e mais adorable que sejam, não têm a postura de pessoas daquela época. Face it, a Renée Zellweger parece às vezes não saber usar vestido - e o Ewan McGregor, mesmo sendo ele, não é páreo pra um Rock Hudson ou Cary Grant ou mesmo um Dean Martin in a tux. Ou talvez só a cabeça do Ewan seja muito grande pro corpo. Ou talvez eu seja muito chata mesmo :)
Mas eu adorei, tem referências mil, tem até o Tony Randall numa ponta. O David Hyde Pierce não consegue deixar de ser o Niles de "Frasier", mas funciona. E a trilha poderia ter mais coisas legais, e não só canções batidérrimas como "Fly Me To The Moon". Po, o Catch menciona "Blame it On The Bossa Nova" e eu juro que esperei ouvi-la.
Mas eu adorei, tem referências mil, tem até o Tony Randall numa ponta. O David Hyde Pierce não consegue deixar de ser o Niles de "Frasier", mas funciona. E a trilha poderia ter mais coisas legais, e não só canções batidérrimas como "Fly Me To The Moon". Po, o Catch menciona "Blame it On The Bossa Nova" e eu juro que esperei ouvi-la.
September 26, 2003
E pra comemorar fomos ao mundo feliz de Hopi Hari. Hee hee. Mico não descreve o que foi aquilo. King Kong, talvez. Quando vimos os milhõõões de ônibus de excursão no estacionamento, já percebemos que ia ser uma roubada, mas entramos assim mesmo. Será que era algum feriado escolar? Tipo, "Dia do Adolescente Feio"? Porque eu nunca vi tanta gente num parque de diversões. Tava tipo Disneyworld em julho.
O melhor mesmo era ficar num banco à sombra, tomando Coca-cola e observar os tais adolescentes feios e crianças obesas suadas correndo de lá pra cá. E foi o que fizemos. Hee hee, o pior é que foi divertido.
O melhor mesmo era ficar num banco à sombra, tomando Coca-cola e observar os tais adolescentes feios e crianças obesas suadas correndo de lá pra cá. E foi o que fizemos. Hee hee, o pior é que foi divertido.
September 24, 2003
September 22, 2003
September 21, 2003
September 19, 2003
September 18, 2003
Desde que soube que "The League of Extraordinary Gentlemen" do Alan Moore seria transformado em filme, fiquei aguardando ansiosamente pra ver o resultado. Como sempre, não li nenhuma crítica nem resenha antes para evitar pré-julgamentos. Et voilà - fora alguns furos e inconsistências de roteiro, ficou um bom filme.
Um Nemo maravilhoso, um Mr. Hyde igual ao dos quadrinhos, uma Mina ótima (se bem que a Peta Wilson é muito grande para o papel), efeitos surpreendentes ainda e um elenco de bons atores para dar credibilidade a uma história rocambolesca.
Sem falar no Dorian Gray de Stu Towsend (eeee!) e o Dr. Jekyll do Jason Flemyng (eeee!). Eu adoro esses dois.
O Sean Connery? Ah, é o Sean Connery. Consegue até fazer o Allan Quatermain parecer legal.
Enfim, a HQ é mais sombria e envolvente. Mas foi bom ver o filme. A história não importa, e sim ver these extraordinary gentlemen in action.
Um Nemo maravilhoso, um Mr. Hyde igual ao dos quadrinhos, uma Mina ótima (se bem que a Peta Wilson é muito grande para o papel), efeitos surpreendentes ainda e um elenco de bons atores para dar credibilidade a uma história rocambolesca.
Sem falar no Dorian Gray de Stu Towsend (eeee!) e o Dr. Jekyll do Jason Flemyng (eeee!). Eu adoro esses dois.
O Sean Connery? Ah, é o Sean Connery. Consegue até fazer o Allan Quatermain parecer legal.
Enfim, a HQ é mais sombria e envolvente. Mas foi bom ver o filme. A história não importa, e sim ver these extraordinary gentlemen in action.
September 17, 2003
September 12, 2003
Não, e não concordo com as críticas que comparam Igby ao Holden Caulfield de Catcher in the Rye. Os dois podem ser inconseqüentes e irresponsáveis e sem perspectivas, mas pelo menos o primeiro não fica se lamentando. Como eu já devo ter dito aqui, eu acho o Holden Caulfield um whiny loser . Mas tem gente que gosta, tudo bem. Há lugar para todos no mundo, even whiny people. Whine, whine, whine. Boo hoo.
"Igby Goes Down" é muito bom! O Kieran Culkin é uma versão pocket do Robert Downey Jr. Eu não suporto o Bill Bolo Pullmann (squinty eyes, yuck!), mas a cena de breakdown no chuveiro me comoveu. Dos filmes que vi esta semana, foi o melhor.
September 11, 2003
September 10, 2003
Se alguém por acaso vir um gatinho branco perdido na região da Rua Santo Antonio com a Treze de Maio, na Bela Vista, em São Paulo, me avisa, por favor?
September 09, 2003
September 08, 2003
E as moças desse grupo trabalham pra caramba em prol dos gatinhos abandonados faz um tempo, já. E aceitam ajuda. Se você não puder adotar um, tente dar uma forcinha divulgando o site. E os gatinhos são lindos. Se eu já não tivesse cinco... :)
Quer uma companhia inteligente e amorosa garantida por muitos e muitos anos da sua vida? Adote um gatinho!
September 07, 2003
September 05, 2003
Eu não tinha planejado nada de especial para o meu aniversário, mas acabou acontecendo. Fui ao cemitério colocar mais flores para o papai, almocei no Rôti com minha mãe e minha irmã, comprei macarons. Fui ao Fifties e depois à exposição do Napoleão de novo, passei na Barcelona e comprei um bolo de morango tão lindo que dava dó de comer. Fui pro bar da Joyce, crente que ia ser petit comité, porque afinal eu não tinha chamado ninguém. Surprise, surprise. Encheu várias mesas porque o pessoal se mobilizou e fez o que eu não tinha feito. Trouxeram até um bolo enorme, do qual no fim sobrou metade, porque todo mundo se encantou pelo de morango.
O que eu achei lindo foi a presença de todo mundo lá apesar do cansaço do dia, dos maridos e namorados e filhos em casa, do compromisso de manhã cedo. Eu adoro meus amigos.
Lindo também foram os telefonemas e e-mails dos amigos distantes, que nunca, nunca se esquecem, mesmo eu sendo uma desnaturada que nunca sabe quando é aniversário de quem e portanto, nunca liga. Lu, Rico, Rosa, Glaura, Tina, merci.
O que eu achei lindo foi a presença de todo mundo lá apesar do cansaço do dia, dos maridos e namorados e filhos em casa, do compromisso de manhã cedo. Eu adoro meus amigos.
Lindo também foram os telefonemas e e-mails dos amigos distantes, que nunca, nunca se esquecem, mesmo eu sendo uma desnaturada que nunca sabe quando é aniversário de quem e portanto, nunca liga. Lu, Rico, Rosa, Glaura, Tina, merci.
September 02, 2003
Gostei de "The Rules of Attraction", o filme. A técnica de reverse o tempo todo acaba sendo cansativa, mas ela tem razão de existir. O James Van Der Beek me surpreendeu, virou hominho finalmente. Um bom Sean Bateman, shallow, auto-centrado, irresponsável e eternamente chapado. Como todo bom habitante do mundinho Bret Easton Ellis.
Sem contar que tem "Sunday Girl" do Blondie. A versão francesa.
Sem contar que tem "Sunday Girl" do Blondie. A versão francesa.
September 01, 2003
Esqueci de comentar, olha só. "The Autograph Man" só confirma a Zadie Smith como uma das melhores escritoras dos últimos tempos. Ela é inglesa, ela é jovem, ela é multirracial e ela cria personagens como Alex-Li Tandem, um sino-inglês...judeu. Com problemas. Vários. E que é um "autograph man", alguém que coleciona e negocia autógrafos e não esconde de ninguém uma obsessão por uma atriz obscura dos anos 40.
Quem já leu "White Teeth" sabe o que esperar deste segundo livro : criatividade e talento amarrados por uma boa escrita. Não leu? Azar o teu, fica com os sub-lançamentos que pululam nas vitrines das livrarias.
Quem já leu "White Teeth" sabe o que esperar deste segundo livro : criatividade e talento amarrados por uma boa escrita. Não leu? Azar o teu, fica com os sub-lançamentos que pululam nas vitrines das livrarias.