E "Master of Disguise", com o Dana Carvey, é a maior decepção de todas. Eu amava o Dana Carvey, achava um dos maiores frutos do SNL, e...caramba, ele conseguiu fazer o pior filme que já vi.
Embaraçosamente ruim.
February 29, 2004
February 28, 2004
February 25, 2004
February 19, 2004
February 18, 2004
Segunda, dia de ir embora. Deu tempo de ir ao Père Lachaise ver Abelard e Heloïse, Oscar Wilde, Delacroix, Balzac, Kardec, Stéphane Grappelli (foi quem a gente achou sem procurar muito) e a triste nova moradora, a Marie Trintignant (nem sabia que ela tinha sido levada pra lá). Fin.
Assisti a "Anything Else", no vôo. Tio Woody tirando muito sarro de si, como sempre, Jason Biggs bom como alter ego do próprio, Danny DeVito num papel pequeno, histriônico, mas é o Danny DeVito, Christina Ricci como a love interest com problemas psicológicos e transtornos alimentares (haaa - deve ter sido fácil) e a Stockard Channing como sua mãe pirada e deprimida (ótima escolha!).
Vi também "Pas Sur la Bouche", a nova empreitada musical do Alain Resnais depois de "On Connaît la Chanson". No começo achei que não fosse aguentar o ritmo de opereta (o filme é 95% cantado), mas o elenco é uma graça como sempre e as reviravoltas de vaudeville prendem até o final. Audrey Tautou cantando é fofa, Pierre Arditi é legal, Sabine Azéma é irritante e a Isabelle Nanty é a melhor.
Assisti a "Anything Else", no vôo. Tio Woody tirando muito sarro de si, como sempre, Jason Biggs bom como alter ego do próprio, Danny DeVito num papel pequeno, histriônico, mas é o Danny DeVito, Christina Ricci como a love interest com problemas psicológicos e transtornos alimentares (haaa - deve ter sido fácil) e a Stockard Channing como sua mãe pirada e deprimida (ótima escolha!).
Vi também "Pas Sur la Bouche", a nova empreitada musical do Alain Resnais depois de "On Connaît la Chanson". No começo achei que não fosse aguentar o ritmo de opereta (o filme é 95% cantado), mas o elenco é uma graça como sempre e as reviravoltas de vaudeville prendem até o final. Audrey Tautou cantando é fofa, Pierre Arditi é legal, Sabine Azéma é irritante e a Isabelle Nanty é a melhor.
Domingo, resolvemos procurar o tio dos quadrinhos no Puces de St. Ouen. Bad news, ele não está mais lá. E o mercado, caidaço de forma geral. Pode ter sido a ressaca da comemoração da vitória da Tunísia do dia anterior, que parou a Champs Elysées (e é óbvio que a gente estava lá, sem saber - fugimos rapidinho). O breton que faz galette sarrasin continuava com a sua habitual fila imensa, então o problema não era a falta de público. Sei lá, já faz uns aninhos que esse mercado não é mais o mesmo.
Já que o assunto era quadrinhos, acabamos indo direto onde devíamos : na Boulinier, no boulevard St Michel. Achei a edição completa do Kebra, do Jano, e Catô os números que faltavam da série "Arthur". Ainda passamos na Arkham, na Rue Soufflot, pra ver quadrinhos em inglês, mas só passamos vontade. E numa banca de jornal, achamos o DVD de "Les Visiteurs" por quatro euros. E ainda passamos de novo na Virgin e na Fnac da Champs Elysées, pra achar tudo caro de novo. Compramos um monte de coisas pra comer e voltamos pro hotel, a tempo de assistir "Les Rois Mages" dos Les Inconnus na TF1.
Já que o assunto era quadrinhos, acabamos indo direto onde devíamos : na Boulinier, no boulevard St Michel. Achei a edição completa do Kebra, do Jano, e Catô os números que faltavam da série "Arthur". Ainda passamos na Arkham, na Rue Soufflot, pra ver quadrinhos em inglês, mas só passamos vontade. E numa banca de jornal, achamos o DVD de "Les Visiteurs" por quatro euros. E ainda passamos de novo na Virgin e na Fnac da Champs Elysées, pra achar tudo caro de novo. Compramos um monte de coisas pra comer e voltamos pro hotel, a tempo de assistir "Les Rois Mages" dos Les Inconnus na TF1.
Sábado, pleno Valentine's Day, e resolvemos passá-lo no Louvre. Vazio também. Mudaram um monte de coisas de lugar como prevenção a enchentes, e algumas alas ficaram com um jeito meio entulhado, tipo "hóspedes em casa", e outras fechadas. A Galeria de Apolo está em obras, essa exposição temporária sobre Porphyria (uma pedra arroxeada) é meia-boca, respondemos a uma enquete sobre a apresentação da sala de vasos gregos (!), e o que me encanta é descobrir coisas novas a cada vez que vou lá.
À noite, fomos assistir a "Kill Bill - vol.1" num cinema com cadeiras muito apertadas. O filme é bom por enquanto, mas tem de se esperar a parte 2. E a Uma Thurman tem pés enormes. E muito sangue jorrando e personagens ótimos e o Michael Madsen. Enfim, não chega a Reservoir Dogs mas tem os mesmos elementos.
À noite, fomos assistir a "Kill Bill - vol.1" num cinema com cadeiras muito apertadas. O filme é bom por enquanto, mas tem de se esperar a parte 2. E a Uma Thurman tem pés enormes. E muito sangue jorrando e personagens ótimos e o Michael Madsen. Enfim, não chega a Reservoir Dogs mas tem os mesmos elementos.
Sexta, ignoramos a estação Pasteur bem na frente do hotel e seguimos de Montparnasse aos Grands Boulevards passando por St Germain, St Michel, Les Halles e a Rue Montorgueil. Voltamos descendo a St Denis e eu não lembro o que comemos, o Hôtel de Ville, passamos pela Notre-Dame que não estava tão lotada (onde estavam os turistas?). Aí o cansaço da chegada venceu e pegamos o metrô. E o hotel é uma graça, todo reformado (com elevador moderno!) e nos deram um quarto no último andar, tipo chambre de bonne, com uma vista linda.
Lembrei. Compramos panini e cocas à tarde e fomos comer no Luxembourg. Dia ensolarado, sabe como é.
Lembrei. Compramos panini e cocas à tarde e fomos comer no Luxembourg. Dia ensolarado, sabe como é.
Voltei! E não é que uma viagem totalmente improvisada acabou sendo ótima, com tudo encaixado miraculosamente?
Fim-de-semana prolongado em Paris (tá, é um noooojo falar isso, mas não tem jeito de melhorar), num hotelzinho surpreendentemente bom e barato, dormindo muito e andando mais ainda. Fazia um tempinho que a gente não passava alguns dias por lá (as últimas viagens voltamos direto) e tínhamos algumas saudades pra matar.
Fim-de-semana prolongado em Paris (tá, é um noooojo falar isso, mas não tem jeito de melhorar), num hotelzinho surpreendentemente bom e barato, dormindo muito e andando mais ainda. Fazia um tempinho que a gente não passava alguns dias por lá (as últimas viagens voltamos direto) e tínhamos algumas saudades pra matar.
February 11, 2004
Ups. Não sumi não, imagina. Mas muitas coisas pra resolver do lado de cá, vocês nem imaginam.
E tenho dormido pouco e mal. Logo eu, que adoro dormir. E pouco tempo para internet, logo eu que adoro ficar pendurada na frente do computador. E coisas tipo arrumar mala, bof. É só juntar umas roupas e jogar lá dentro, pronto. Como eu digo, é muito desapego. hee hee.
E tenho dormido pouco e mal. Logo eu, que adoro dormir. E pouco tempo para internet, logo eu que adoro ficar pendurada na frente do computador. E coisas tipo arrumar mala, bof. É só juntar umas roupas e jogar lá dentro, pronto. Como eu digo, é muito desapego. hee hee.
February 06, 2004
Aí hoje fui ver outro filme que eu apostava que ia me entediar às pampas, e eis que me pego aplaudindo mentalmente Peter Weir e equipe. "Master and Commander" é muito bom, do começo ao fim. Russell Crowe no papel que ele sabe melhor fazer, de durão bonzinho obsessivo, Paul Bettany como a voz da razão, o little lord fauntleroy da Marinha e um cara que por um instante achei que fosse o Rodrigo Santoro. Deus ouviu as preces da mulherada e criou um clone, talvez. Mas ele se chama James D'Arcy (hee hee, austenmaníacas, sob medida).
E falando bem a verdade, gostei muito de "The Last Samurai". Os últimos samurai, comandados pelo impressionante Katsumoto de Ken Watanabe, fiéis ao Bushido e a um Japão prestes a lhes virar as costas no processo da restauração Imperial. Bonitas cenas de luta, atores japoneses de cair o queixo, estratégias leonideanas e até um "Regoras" (o filho do Katsumoto, Nobutada - inclusive tão bom quanto o Orlando Bloom) completo, com arco e flecha e tudo.
Tom Cruise? Ah, é, ele estava lá.
Tom Cruise? Ah, é, ele estava lá.