
Aproveitamos pra rever o acervo do museu, que graças à visão incrível do casal Bardi, entre outros, permite aos brasileiros apreciar Renoir, Gauguin, Van Gogh, Delacroix, Picasso, Modigliani, Rembrandt, Frans Hals, Frans Post e tantos outros sem precisar ir a NY ou Paris ou wherever. Foram-se os painéis transparentes, e agora as telas ficam expostas de maneira convencional, e ainda faltam textos explicativos em outro idioma (e os visitantes internacionais, gente?), mas é uma visita impressionante ainda.
(e às terças-feiras o ingresso é gratuito, hein? No site não diz, mas na bilheteria tem um aviso)
Achei bonitinho uma dupla de rapazes olhando as obras e tentando situá-las temporalmente, e se dando conta que antes do Brasil o mundo já existia... :-)
"1500? Cara, o Brasil tava sendo descoberto na época que isso aqui foi pintado!"
(imaginem quando eles descobrirem o a.C.)
Deus do céu...
ReplyDeletePior foi o comentário de uma ex-amiga paulista que - pasme - foi a primeira vez ao MASP junto comigo... (sim, nasceu e cresceu em SP e nunca tinha ido ao MASP). Enquanto eu olhava a data de um painel antigo, admirada com a conservação, a moça me lasca: "velhinho, né?".
Num preciso nem explicar porque é "ex"-amiga.
Oi Anna,
ReplyDeleteO seu "a.C" foi otimo... ;-)
Eu sempre achei o MASP um museu fabuloso, e fiquei curioso agora pra ver como esta sem os tais paineis transparentes... que eu na verdade nunca gostei, porque os textos e comentarios ficavam sempre na parte de tras da tela, a gente tinha que dar a volta pra ler o que estava vendo, e ai ja via outras coisas, acabava se perdendo. Por mais elegantes que fossem, nao eram muito funcionais, no meu ponto de vista. Mas bem, como voce falou, eram que nem as cadeiras da Lina Bo.
Antonio