Com o Martin Freeman (de "The Hitchhiker's Guide to the Galaxy") no papel de Rembrandt, a história alterna uma fictícia conspiração por trás de um dos seus quadros mais conhecidos - que dá nome ao filme - com a vida pessoal do pintor. Altamente alegórico, assim como a pintura, tem a cenografia teatral e a trilha poderosa como os seus melhores pontos. E claro, a cinematografia que reproduz as cores e o jogo de luzes de Rembrandt. Mas isso já é uma assinatura do Greenaway, e "Nightwatching" não chega aos pés de obras como "Z00" e "Drowning by Numbers", até hoje os meus favoritos. Inesperadamente mais centrado em texto que os anteriores, acaba perdendo o ritmo durante a maior parte do tempo. Ou talvez sejam os muitos personagens, que fragmentam demais a narrativa. Mas o caso é que não me arrebatou, nem mental nem visualmente. E sim, isso me frustrou.
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