"Souvenir de Mauve", Vincent Van Gogh
Sobre o Malevich, nem preciso falar muito - é só lembrar da influência da sua obra sobre os modernistas brasileiros : Tarsila, Lasar Segall e Di Cavalcanti, principalmente.

Kazimir Malevich, "Taking in the Harvest", 1911-12
O mesmo vale pro Werkman e o design gráfico. Usando stencils, tipografia e rolos, as druksels de Werkman marcaram um estilo que remete à arte naïf e às ilustrações da literatura de cordel do Brasil. O trabalho tipográfico me lembrou o grande Saul Bass, com suas linhas fortes e geométricas, com cores primárias, e várias outras escolas de design dos anos 40 e 50 (tentei achar umas imagens pra ilustrar e não achei - se eu estiver falando bobagem, favor apontar)

As naturezas-mortas, então, foram impressionantes - principalmente porque eu não gosto do gênero no séc. XVII. Mas as releituras por Fantin-Latour, Corot, Manet e Courbet me tocaram. Mesmo. Não que eu não admire o super-realismo alcançado por alguns dos artistas, mas realmente as versões do século seguinte são mais interessantes.
Enfim, quem vier pelos próximos meses verá. E eu amo meu Museumkaart.
AMO, AMO muito Van Gogh.
ReplyDeleteMal posso esperar para ver ao vivo!
Beijos e namarië.