March 06, 2004

Assistimos a um filme em DVD cujo título em português é algo como "A Rainha da Era do Bronze". Neeever mind. Trata-se de "Warrior Queen", uma produção britânica para TV sobre Boudica, a destemida rainha dos Iceni que consegue unir as tribos celtas para enfrentar o Império Romano. Parece bom? Seria, se não fossem os efeitos toscovision e a estranha insistência em fazer com que todos os personagens, celtas e romanos, falem como se estivessem em Picadilly Circus na saída do tube. É verdadeiramente bizarro, acreditem. Além disso, o casting foi uma piada (eu digo que todos os extras devem ter sido tirados da fila do dole). Só se salva mesmo a escolha de Alex Kingston para Boudica. Perfeita. But then, it's not enough, innit?.

Eu só gosto de chuva quando estou dentro de casa. Como isso quase nunca acontece ultimamente, só posso dizer que estou muito insatisfeita.

March 04, 2004

Mas a "premiação" em si é uma piada, não? Uma troca de favores overrated , e só.

March 03, 2004

Agora, assistir a cerimônia de entrega é divertidissimo. Depois de um período de revolta "Oscar sucks" total, voltei a assistir no ano retrasado. E não me arrependo. Onde mais eu veria coisas tipo Adrien Brody e John Cusack, e o casal mais bonito do cinema atualmente, Charlize e Stu Godsent, como bem disse Gabi? E este ano não foi tão cheesy . Tudo bem, teve o Sting, mas ninguém é perfeito. Ugh.

Ainda da tempo de falar sobre o Oscar?

...

hee hee hee hee hee (piada, gente)

February 29, 2004

E "Master of Disguise", com o Dana Carvey, é a maior decepção de todas. Eu amava o Dana Carvey, achava um dos maiores frutos do SNL, e...caramba, ele conseguiu fazer o pior filme que já vi.
Embaraçosamente ruim.

Assisti a "Equilibrium" em DVD. Entendi o porquê de não ter passado pelos cinemas. Desperdício de um Christian Bale perfeitamente bom. Boas cenas de luta, though. Matrix? Nããã, magiiina.

Por curiosidade vi a cara do diretor, que também criou a história. Também entendi.

February 28, 2004

Miojo sabor misto-quente, x-burguer e strogonoff até era de se esperar mesmo. Mas sabor caldo de feijão??
O pior é que todos esses existem mesmo. Meninos, eu vi (mas ainda não tive coragem de experimentar).

Por isso é que eu adoro supermercados, sempre uma novidade.

Vi "Big Fish". Mezzo Tim Burton, mezzo qualquer outra coisa. Não fossem os habituais freaks da natureza, eu não saberia de quem era o filme. Estranho. Não me moveu especialmente - exceto o final, que me fez soluçar. Não, não deve ser visto por pessoas que perderam o pai por doença.

February 25, 2004

Alem disso, trabalhei todos esses dias e nem percebi que era Carnaval. Que mais eu posso querer?

Ops. Voltei, e o silencio nao foi voluntario. Meu computador me deixou na mao e passei dias tentando consertar. E como sou teimosa e burra, nao quis saber de usar o notebook enquanto isso. Por outro lado, bom ver que nao sou tao viciada assim (alem disso, o Toshibao nao me deixa usar acentos).

February 19, 2004

"Whale Rider" é um filme bonitinho que chega a ser didático sobre cultura e mitologia maori. Bonitinho mas honesto, se vocês me entendem.

February 18, 2004

Segunda, dia de ir embora. Deu tempo de ir ao Père Lachaise ver Abelard e Heloïse, Oscar Wilde, Delacroix, Balzac, Kardec, Stéphane Grappelli (foi quem a gente achou sem procurar muito) e a triste nova moradora, a Marie Trintignant (nem sabia que ela tinha sido levada pra lá). Fin.

Assisti a "Anything Else", no vôo. Tio Woody tirando muito sarro de si, como sempre, Jason Biggs bom como alter ego do próprio, Danny DeVito num papel pequeno, histriônico, mas é o Danny DeVito, Christina Ricci como a love interest com problemas psicológicos e transtornos alimentares (haaa - deve ter sido fácil) e a Stockard Channing como sua mãe pirada e deprimida (ótima escolha!).

Vi também "Pas Sur la Bouche", a nova empreitada musical do Alain Resnais depois de "On Connaît la Chanson". No começo achei que não fosse aguentar o ritmo de opereta (o filme é 95% cantado), mas o elenco é uma graça como sempre e as reviravoltas de vaudeville prendem até o final. Audrey Tautou cantando é fofa, Pierre Arditi é legal, Sabine Azéma é irritante e a Isabelle Nanty é a melhor.

Domingo, resolvemos procurar o tio dos quadrinhos no Puces de St. Ouen. Bad news, ele não está mais lá. E o mercado, caidaço de forma geral. Pode ter sido a ressaca da comemoração da vitória da Tunísia do dia anterior, que parou a Champs Elysées (e é óbvio que a gente estava lá, sem saber - fugimos rapidinho). O breton que faz galette sarrasin continuava com a sua habitual fila imensa, então o problema não era a falta de público. Sei lá, já faz uns aninhos que esse mercado não é mais o mesmo.

Já que o assunto era quadrinhos, acabamos indo direto onde devíamos : na Boulinier, no boulevard St Michel. Achei a edição completa do Kebra, do Jano, e Catô os números que faltavam da série "Arthur". Ainda passamos na Arkham, na Rue Soufflot, pra ver quadrinhos em inglês, mas só passamos vontade. E numa banca de jornal, achamos o DVD de "Les Visiteurs" por quatro euros. E ainda passamos de novo na Virgin e na Fnac da Champs Elysées, pra achar tudo caro de novo. Compramos um monte de coisas pra comer e voltamos pro hotel, a tempo de assistir "Les Rois Mages" dos Les Inconnus na TF1.

Sábado, pleno Valentine's Day, e resolvemos passá-lo no Louvre. Vazio também. Mudaram um monte de coisas de lugar como prevenção a enchentes, e algumas alas ficaram com um jeito meio entulhado, tipo "hóspedes em casa", e outras fechadas. A Galeria de Apolo está em obras, essa exposição temporária sobre Porphyria (uma pedra arroxeada) é meia-boca, respondemos a uma enquete sobre a apresentação da sala de vasos gregos (!), e o que me encanta é descobrir coisas novas a cada vez que vou lá.

À noite, fomos assistir a "Kill Bill - vol.1" num cinema com cadeiras muito apertadas. O filme é bom por enquanto, mas tem de se esperar a parte 2. E a Uma Thurman tem pés enormes. E muito sangue jorrando e personagens ótimos e o Michael Madsen. Enfim, não chega a Reservoir Dogs mas tem os mesmos elementos.

Sexta, ignoramos a estação Pasteur bem na frente do hotel e seguimos de Montparnasse aos Grands Boulevards passando por St Germain, St Michel, Les Halles e a Rue Montorgueil. Voltamos descendo a St Denis e eu não lembro o que comemos, o Hôtel de Ville, passamos pela Notre-Dame que não estava tão lotada (onde estavam os turistas?). Aí o cansaço da chegada venceu e pegamos o metrô. E o hotel é uma graça, todo reformado (com elevador moderno!) e nos deram um quarto no último andar, tipo chambre de bonne, com uma vista linda.

Lembrei. Compramos panini e cocas à tarde e fomos comer no Luxembourg. Dia ensolarado, sabe como é.

Voltei! E não é que uma viagem totalmente improvisada acabou sendo ótima, com tudo encaixado miraculosamente?
Fim-de-semana prolongado em Paris (tá, é um noooojo falar isso, mas não tem jeito de melhorar), num hotelzinho surpreendentemente bom e barato, dormindo muito e andando mais ainda. Fazia um tempinho que a gente não passava alguns dias por lá (as últimas viagens voltamos direto) e tínhamos algumas saudades pra matar.

February 11, 2004

Ups. Não sumi não, imagina. Mas muitas coisas pra resolver do lado de cá, vocês nem imaginam.
E tenho dormido pouco e mal. Logo eu, que adoro dormir. E pouco tempo para internet, logo eu que adoro ficar pendurada na frente do computador. E coisas tipo arrumar mala, bof. É só juntar umas roupas e jogar lá dentro, pronto. Como eu digo, é muito desapego. hee hee.

February 06, 2004

E vendo esses dois filmes, me vem uma tristeza ao lembrar que grandes heróis e grandes feitos não existem mais. Males da modernidade, onde tudo é homogeneizado.

Ah, e claro, Pippin se cansou da pasmaceira pós-LOTR no Shire e resolveu servir a Marinha Real Britânica. Mas continua praticamente o mesmo.

Aí hoje fui ver outro filme que eu apostava que ia me entediar às pampas, e eis que me pego aplaudindo mentalmente Peter Weir e equipe. "Master and Commander" é muito bom, do começo ao fim. Russell Crowe no papel que ele sabe melhor fazer, de durão bonzinho obsessivo, Paul Bettany como a voz da razão, o little lord fauntleroy da Marinha e um cara que por um instante achei que fosse o Rodrigo Santoro. Deus ouviu as preces da mulherada e criou um clone, talvez. Mas ele se chama James D'Arcy (hee hee, austenmaníacas, sob medida).

E, hello? Que tal um filme sobre o Gengis Khan com o Ken Watanabe? Esse homem não pode ser japonês. Ou então tem ascendência mongol.

E falando bem a verdade, gostei muito de "The Last Samurai". Os últimos samurai, comandados pelo impressionante Katsumoto de Ken Watanabe, fiéis ao Bushido e a um Japão prestes a lhes virar as costas no processo da restauração Imperial. Bonitas cenas de luta, atores japoneses de cair o queixo, estratégias leonideanas e até um "Regoras" (o filho do Katsumoto, Nobutada - inclusive tão bom quanto o Orlando Bloom) completo, com arco e flecha e tudo.

Tom Cruise? Ah, é, ele estava lá.

February 03, 2004

Filmes com 3h de duração estão virando regra.

January 30, 2004

E a limonada do McDô é algo viciante de tão bom.

Dia agradável e corrido. Mas deu tempo de uma dormidinha no meio de tudo - como é bom! Tinha esquecido.
As máquinas de bilhetes no metrô servem pra quê? A única que estava funcionando na estação São Bento devia aceitar mas não estava aceitando moedas. Todas as outras estavam out of order por...falta de moedas. Go figure. E claro que eu só tinha moedas.

January 29, 2004

E onde ja se viu ficar trancafiado num quarto de hotel (mesmo sendo aquele) o dia todo estando em Toquio? Coisa de americano bobo.

Sera que ainda ha algo a se falar sobre " Lost in Translation"? (quando sera que sai o DVD?)

January 27, 2004

* Não achei "Dogville" especialmente anti-norte-americano. Afinal, as questões propostas podem acontecer em absolutamente qualquer lugar desta Terra onde haja humanos. E o desfecho, enfim, foi o que teria acontecido se Jesus Cristo não tivesse dito "Perdoai-os, Pai, eles não sabem o que fazem", e sim "Olho por olho, dente por dente".
* A estética "teatral" me lembrou muito, muito Peter Greenaway.
* O poder corrompe (duh!).
* Dog eat dog.
* E o filme dá margem a tantas discussões e análises em vários níveis que eu poderia ficar aqui blablabla horas, mas não vou. Vão assistir, que é melhor.

Poderiam passar de novo o "Europa", do mesmo Lars von Trier. Eu assisti no cinema, há muiito tempo e não lembro quase nada. Mas lembro que achei muito bom. Ah, bem, podia ser a época.

Áurea, só lembrei do Jean-Marc Barr nos créditos finais. E também não o vi. No site diz que ele era o "The Man with the Hat", o que me deixa na mesma.

Fui assistir a "Dogville" esperando não gostar. E saí com uma vontade louca de aplaudir.

Acreditem, as três horas passam muito rápido mesmo.

January 26, 2004

Bom, então, o aniversário de São Paulo já passou. Er, shall we move on?

...

Ah, é, esqueci, tem o Carnaval.

January 25, 2004

Fui testar o Blog.Uol (afinal, eu pago essa joça) e achei bem funcional até. Tipo cópia melhorada. Sei lá, mas como não tenho paciência pra manter mais de um blog e este aqui é o default, então continuo por aqui.

Strike one, hee hee.

January 23, 2004

E hoje tenho que citar a sempre literata Hi-Fi, porque eu diria o mesmo : "Eu sei que sou suspeita pra falar, mas não consigo pensar em nada que soe mais belo do que a língua inglesa".

Ueba! Chegaram mais dois livros das minhas encomendas, agora só falta o Salman Rushdie, acho.
Se bem que estou num momento "arrumando as prateleiras" e achei taaanta coisa divertida pra reler. E eu devia voltar a anotar a data em que comprei cada livro. Acho que parei quando algumas coisas pararam de ter importância pra mim.
Lu, encontrei a Marcia Hentschel no aeroporto. Continua a mesma!

January 21, 2004

Por um instante hoje, parecia 1986 de novo e eu olhando a programação cultural da semana, podendo escolher entre shows do Arrigo e Sabor de Veneno, Luiz Tatit (sem Rumo), Isca de Polícia (sem Itamar), "Anjos da Noite" e "Cidade Oculta" no MIS, Suzana Salles por aí, Fellini de volta...no teatro, Grace Giannoukas e Marcelo Mansfield , Chachá na TV, onde estaria Chiquinho Brandão hoje se estivesse vivo? Deu uma certa dor no coração, de saudade e de tempo passado. Alguns morreram, outros sumiram, uns tiveram filhos e todos envelhecemos.
Digam o que quiserem, os anos 70/80 em São Paulo foram a época mais fértil e criativa dos últimos tempos. Mas acho que só quem viveu nela entende totalmente. Talking 'bout my generation.

January 19, 2004

Tudo na Première francesa deste mês, não são delírios meus.

E "Blueberry", do Jan Kounen, quando vem?

Haha. Colin Farrell vai ser Arturo Bandini na versão cine de "Pergunte ao Pó" , do John Fante.

Christian Bale vai ser o próximo Batman, de Christopher Nolan.

O alemão Til Schweiger pode vir a ser o protagonista de "Lucky Luke".

E o Motoqueiro Fantasma, cadê??

Bem, continuando : hoje fomos ver "Swimming Pool", do François Ozon. Eu não sei por que, mas sempre vou lembrar do Ozon por "Sitcom", do qual não gostei muito, por sinal. Mas enfim, o filme da piscina é interessante apenas pela interpretação da Charlotte Rampling como a inglesa uptight e sexualmente frustrada. A história é mais do que banal e cheia de vácuos que tentam criar mistério (sem resolvê-los). Mesmo assim, acho que gostei mais do que "Sitcom".

Sem acentos, sem cedilha, sem posts.

E cosa succede com esse blog?

January 18, 2004

O sábado, como todos estes dias, começou cedo. Aí teve almocinho no Ponto Chic e sfogliatella, pastiera di grano e papinho in italiano na Confeitaria Monaco, de sobremesa. Na contramão de tantas estréias hypadas, por causa do sono atrasado e da falta de vontade de enfrentar filas e cinemas cheios, resolvemos assistir a "The Haunted Mansion". É, o da Disney com o Eddie Murphy. Bobinho e não muito engraçado, mas é baseado numa de nossas atrações favoritas dos parques da Disney e tem alguns efeitos bacanas. Legal, quase Disney old-school. Eu disse quase. Guilty pleasure total.
Depois, sei lá se influenciados pelo filme, resolvemos dar uma volta pelo cemitério da Dr. Arnaldo aproveitando a tarde de sol. Vários felinos, mausoléus interessantes e gente de cabelo comprido e camiseta preta. É, tinha show do Iron Maiden ali do lado. Legiões de metaleiros saindo da estação Clínicas, bizarro.
E depois de muita coisa ainda, voltar pra casa sem nem ver Gabi nas pick-ups do Jive, porque amanhã é dia de acordar cedo de novo. Sorry, dearest, ainda não foi desta vez. Snif.

E agora o ano oficialmente começou para mim.

January 13, 2004

Fui ver "21 Grams". Gostei. Bom texto sem firulas, na mão de outro diretor talvez realmente tivesse se tornado um dramalhão mexicano. E Benicio e Sean levam o filme nas costas. E pra quem já perdeu alguém nesta vida, as falas da Naomi Watts fazem muito sentido.

January 11, 2004

Merde! Acabou hoje a exposição do Takashi Murakami e eu não fui ver! (Isso porque é do lado de casa)

Finalmente, diga-se de passagem.

Postando em banda larga.

January 10, 2004

Putaqueopa, morreu o Sganzerla.

Mabuda me emprestou os DVDs do Cure e da Siouxsie, mas não tive tempo de assistir/ouvir ainda. O do Cure é um show no Tempodrom, em Berlim, e da Siouxsie (que tá viva, tá?) no Shepherd's Bush Empire, Londres. Hee hee, programão Madame Satã.

Eu sempre esqueço como eu gosto de Bettie Serveert (shame!). Lembrei desenterrando da pilha e levando pra passear o "What's Up Matador?", uma compilação básica que todo mundo tinha em 97. Teenage, Pavement, Pizzicato, Yo La Tengo, Railroad Jerks, Liz Phair, Cat Power, bla, bla, bla. Como a gente era feliz há alguns anos.

January 09, 2004

E então fui assistir a "Mystic River", finalmente. É bom, mas não achei tuuuudo isso não. Pra quê aquela historinha paralela INÚTIL da mulher do Kevin Bacon? E ridículo o discurso da Laura Linney de "fazer o que tem de ser feito por amor". E os diálogos "espertos" sem ritmo entre o Kevin Bacon e o Laurence Fishburne, hein? Mas de resto é ok, principalmente por causa do Sean Penn e do Tim Robbins. Quem diria que o Sean Penn ia ter um ar até paternal algum dia.

January 08, 2004

Aimeudeus. Como eu conheço gente chata.

Vontade de assistir a "O Retorno do Rei" de novo. Mas é muita nerdice. Não, não é não. Eu gosto de reparar em detalhes, e num filme tão grande não dá pra ver tudo de uma vez. Mas em duas vezes já deu pra notar que eu gosto mais de "As Duas Torres". Eu fico sem fôlego na parte de Helm's Deep. E eu gosto muito, muito do Rei Théoden do Bernard Hill. Pronto, falei.

January 07, 2004

Não faz mal. Vou até ali me consolar com DVDs novos e já volto.

Vi numa Elle francesa algo que eu queria muito ter comprado em Pequim, mas não encontrei em lugar algum : um despertador do Mao.

January 05, 2004

Fala sério. O Ben Stiller e o Owen Wilson fazendo "Starsky & Hutch" há de ser engraçado.

January 04, 2004

truepunk
You're a True Punk. You know that punk isn't all
about studded jackets and mohawks. If you're
political, you're actually informed. Most of
the stuff you love is from before the 80s,
though you know bands like Fugazi kept the
spirit going.


You Know Yer Indie. Let's Sub-Categorize.
brought to you by Quizilla

January 03, 2004

E-mail de confirmação de entrega na transportadora, de uma compra que fiz na Americanas. O curioso é este trecho :

"• nossas transportadoras não estão autorizadas a abrir embalagens ou realizar a entrega por meios "alternativos" (cordas, janelas, telhado, etc)"

Er...sem palavras.


January 02, 2004

Mas eu estava gostando da brincadeira. Não tô nem um pouco a fim de voltar a trabalhar. Chuva, casa, bom. Chuva, carro, ruim.

Gripe : nada que um dia inteiro em casa e quinhentos mil litros de água não curem.

E a passagem de ano foi ótima, se isso quer dizer ter feito tudo que eu queria. Bem, agora ter de aprender a preencher cheque com o ano certo de novo.

December 31, 2003

Siga a bolinha!

Believe It or Not - Scarbury Joey

Look at what's happened to me-,
I can't believe it myself.
Suddenly I'm up on top of the world,
It should've been somebody else.
Believe it or not,
I'm walking on air.
I never thought I could feel so free-.
Flying away on a wing and a prayer.
Who could it be?
Believe it or not it's just me.
It's like a light of a new day-,
It came from out of the blue.
Breaking me out of the spell I was in,
Making all of my wishes come true-.
Believe it or not,
I'm walking on air.
I never thought I could feel so free-.
Flying away on a wing and a prayer.
Who could it be?
Believe it or not it's just me.
Who could it be?
Believe it or not it's just me

99 Luftballoons - Nena

Hast Du etwas Zeit für mich
Dann singe ich ein Lied fuer Dich
Von 99 Luftballons
Auf ihrem Weg zum Horizont
Denkst Du vielleicht grad' an mich
Dann singe ich ein Lied fuer Dich
Von 99 Luftballons
Und dass sowas von sowas kommt

99 Luftballons
Auf ihrem Weg zum Horizont
Hielt man fuer UFOs aus dem All
Darum schickte ein General
Eine Fliegerstaffel hinterher
Alarm zu geben, wenn es so war
Dabei war da am Horizont
Nur 99 Luftballons

99 Duesenjaeger
Jeder war ein grosser Krieger
Hielten sich fuer Captain Kirk
Das gab ein grosses Feuerwerk
Die Nachbarn haben nichts gerafft
Und fuehlten sich gleich angemacht
Dabei schoss man am Horizont
Auf 99 Luftballons

99 Kriegsminister
Streichholz und Benzinkanister
Hielten sich fuer schlaue Leute
Witterten schon fette Beute
Riefen: Krieg und wollten Macht
Mann, wer haette das gedacht
Dass es einmal soweit kommt
Wegen 99 Luftballons

99 Jahre Krieg
Liessen keinen Platz fuer Sieger
Kriegsminister gibt es nicht mehr
Und auch keine Duesenflieger
Heute zieh ich meine Runden
Seh die Welt in Truemmern liegen
Hab' nen Luftballon gefunden
Denk' an Dich und lass' ihn fliegen

Acho que vou acabar o ano ouvindo duas músicas em loop - bem provável, já que é só o que tenho ouvido há uns três dias : "99 Luft Ballons" da Nena e "Believe It or Not", o tema do "Super-Herói Americano". Nem parece que é 2004.

Lendo o Electronic Polaroids acabei de me ligar de uma coisa : eu assisti a "Meninas Não Choram" na semana passada e nem comentei? Bom, já deu pra perceber que não marcou, né?

December 28, 2003

Bem, quem não estava nas filas pra assistir à queda do Grande Olho de Sauron preferiu ver cair o Muro de Berlim em "Adeus, Lênin!", de Wolfgang Becker. Boa produção alemã em clima de Ostalgie, boa história, bom elenco, boas tiradas. Sehr gut.

Aliás, as bancas de revistas andam uma beleeeeza : Orlando Bloom na capa da GQ, Viggo na Vanity Fair, Aragorn e Frodo na Entertainment Weekly (e uma foto do elenco todo sem caracterização dentro), Aragorn na Première francesa...falta um dia ver a Miranda Otto na capa de uma Elle da vida.

Só eu não sabia que o Viggo Mortensen foi casado com a Exene Cervenka? Isso faz dele um X-husband, hehehe (sorry, infame mas irresistível).

December 27, 2003

E Peter Jackson conseguiu com certeza cavar o seu lugar de destaque na história do cinema. Merecido.

"The Return of the King" trouxe o "the end" mais aguardado dos últimos anos. E o mais sentido também. Mas sempre há os DVDs...

December 21, 2003

Na verdade, esse comportamento é totalmente explicado por dois fatos :
1 - meus pais são dois overachievers inteligentíssimos, e
2 - eles são orientais.

Ou seja, pode parecer typecasting mas é tudo verdade - nota abaixo de dez não era nota. Claro que eu tive muitas "não-notas" e acabei lidando com isso e eles também, mas o "oonde eu errei? Ooonde?" ficou ( e isso porque nunca tinha castigo, no máximo uma bronquinha).

Em compensação, encontrei também meus scores do TOEFL de 1999 e lembrei que fiquei putíssima e inconformada por ter tirado 287 (onde eu errei? Ooonde?). Algumas vezes a gente volta à idade mental de quatro anos, hee hee.

Encontrei meu TCC no meio de umas papeladas da faculdade. "A TV ao Vivo". Que enganação, hee hee. Nem sei por que escolhi esse tema. Aliás, como eu já disse, nem sei por que escolhi fazer Rádio e TV - não assisto à TV nem ouço rádio (voluntariamente, quero dizer). Mas claaaro que a minha turma tinha que ter sido a primeira da ECA a ter que fazer TCC. Peu importe, nem lembro como fiz o trabalho, não estava nem aí e odiando ter que pesquisar bibliografia e essas coisas. Não sei nem que nota me deram. EU - que chorei quando tirei minha primeira nota vermelha no colégio.

Kate, que bom que você está bem. Tá vendo? Agora, que tal aproveitar os dias de molho pra atualizar o blogue, hein? ;)

E oh! O Subway voltou. Tomara que fique.

Fui conhecer a nova Fnac, já que é a duas quadras da minha casa. Tá, é legal e bonita, mas achei a seção de literatura estrangeira minúscula, muito menor que a de Pinheiros. CDs com preços exorbitantes como sempre e DVDs clichê. E como eu nunca compraria eletrônicos lá, uma vez que eles cobram pelo menos o dobro do que qualquer outro lugar, acho que essa loja não vai me servir muito...

E "Dirty Pretty Things" é bom. É só o que tenho a dizer. E sentimentalóide como sou, quase chorei em várias partes (damn!).

E por falar em esconder, acabei saindo da toca pra encontrar Gabi et Madame num almocinho espremido em duas horas. Uma coisa Miss Mundo, brunette, redhead e asian conversando sobre a paz mundial. Porque inteligência e beleza podem habitar o mesmo corpo, viu? Hee hee.

December 18, 2003

Se eu estivesse fugindo de alguém, com certeza não me esconderia num buraco sem saída. Fishy.

Na verdade, é mais falta de vontade de compactuar com o hábito impensado de desejar "feliz-natal-e-bom-ano-novo" no final do ano. Eu não tenho religião e não tenho motivos ou obrigações especiais pra comemorar o Natal e também não acho que as coisas mudem na virada do calendário, primeiro de janeiro. Portanto, se eu disse "feliz-natal-e-bom-ano-novo" pra alguém de vocês aí algum dia, desculpa aí. Eu fui hipócrita.

Eu sou preguiçosa demais pra enviar cartões de boas festas. E pensar que anos atrás eu mandava 7205843 cartões, pra Deus e o mundo, pelo correio. Depois, a lista diminuiu só praqueles que tinham e-mail, com e-cards da BlueMountain. Depois, passou pra o seleto número que me enviava cartões e aos quais eu me sentia na obrigação de responder. Hoje, eu estou tão sem-vergonha que nem isso. Shaaaame.

Mas pelo menos não trabalhamos em cubículos. Nem fazemos amigo-secreto no final do ano.

E festa de firrrrrrma francesa é assim: vinho, vinho, champanhe (pouca), vinho, algum uísque, vinho, e assim vai. Mas continua sendo festa de firrrrrrrma, portanto a única maneira de aguentá-la até o final é bebendo. Definitivamente, a vida corporativa não combina comigo.

December 13, 2003

Na verdade, o Bill Nighy não teve trabalho nenhum pra compor esse personagem. É igual ao que ele fez em "Still Crazy" em 1998, mas mais simpático. E, na boa, eu amo o Alan Rickman (I am the Metatron!!). Mas colocá-lo como pai de família e com esposa? Ah tá. E a Keira Knightley não é a cara da Winona Ryder misturada com a Natalie Portman? E o Rodrigo Santoro está mandando bem no inglês (e vai, não foram tão poucas falas assim) - aliás, pelo que ando lendo na internet, acho que algumas fãs do Orlando Bloom estão pensando seriamente em trocar de crush...

Be honest. Quem aqui não completou mentalmente com "...naturally" quando o Colin Firth senta e diz "Alone again..."? Hahahaha, que clichê, pelamordedeus.

Mas o filme está cheio de referências à música pop, seja em citações de letras conhecidas, bandas ou na trilha sonora muito sofrível na linha "vamos reviver algum grande hit", mas a grande redenção é usar "Love is All Around" dos Troggs e "God Only Knows" dos Beach Boys, duas das minhas músicas mais amadas de todos os tempos. Tudo bem, fazer uma versão natalina de "Love is All Around" é de chorar, mas enfim, a versão original nem é a minha preferida (a do REM sim). E o Bill Nighy e seu personagem Billy Mack são tão legais que vale a dor no ouvido.

Ô, e eu gostei de "Love Actually". Eu sei que não pareço muito romântica normalmente, mas eu vibro com demonstrações de amor bonitinhas, me angustio com amores impossíveis, torço sempre pra que o mocinho fique com a mocinha, ou para que a mocinha perdoe o mocinho e todos vivam felizes para sempre. E, bem, o filme junta isso tudo, pedaços de todas as situações românticas que povoam o imaginário feminino e alinhava tudo com música, muita música (chega a ser chato o modo com que ressaltam que a trilha sonora tem a ver com a história : "O que é isso que você está ouvindo?". Mas enfim, já ouvi mais de uma pessoa dizer "minha vida devia ter uma trilha sonora" - então talvez o filme não viaje tanto).

Claaaro, é meio longo e tem mini-histórias totalmente dispensáveis. A do inglês idiota que vai ser caçado nos Estados Unidos, a menina casada e o melhor amigo do marido, etc. Mas as outras são muito bonitinhas. E algumas impagáveis, como a do popstar decaído e picareta, my personal favourite.

Obviamente, o cast foi escolhido por uma mulher.

Alguns diálogos são o cúmulo do artificial e falta o wit de filmes anteriores do gênero, mas desce. O que não desce é aquela coisa forçada do Colin Firth e a portuguesa passarem uma cena inteira dizendo a mesma coisa em idiomas diferentes - "Oh, eles não se entendem mas pensam igual!". Pfui.

E meninas, me desculpem, mas o Colin Firth é o mais sem-graça de todos. B-o-r-i-n-g.

December 11, 2003

"Ze Ú", como diriam os franceses, hee hee.

Totalmente inconformada. Ainda não tive tempo de ir ao cinema esta semana. Mas como tudo sempre tem um lado bom, meus CDs chegaram. Tem uma coletânea boazinha dos Troggs, o BBC Sessions do Who, um Hits da Suzi Quatro que tem quase todas as músicas do vinil que eu ouvia quando criança (meu pai adorava), "Lipstick Killers - The Mercer St. Sessions 1972" dos New York Dolls e o "Big Beat from Badsville" dos Cramps. E tudo isso das Americanas, not bad, eh?

December 08, 2003

Hee hee, coisa mais nostálgica que fizemos hoje : ir ao Rei das Batidas, ali do lado da USP. Agora eles servem em copo de vidro, how bizarre.

"Musicians, women and compulsive people are particularly vulnerable to sticky songs". Tou ferrada.

Li no Reader's Digest deste mês :

"According to a recent University of Cincinnati survey, 98% of us have had a song stuck in our heads to an irritating degree. 'The tunes tend to be simple with a repeating melody or motif, which triggers the brain to repeat it on its own,' says survey leader and marketing professor James Kellaris, who lists more than 50 of the worst offending songs and jingles in the results. Musicians, women and compulsive people are particularly vulnerable to sticky songs. While one poor soul in the survey claimed he's had the same video-game tune in his head since 1986, 63% said they're able to break the chain by using such methods as turning on the radio, reading aloud, or even singing the offending song to others. 'There's no hard evidence that sharing the song works,' says Kellaris. 'But misery loves company' ".

Eu não posso sentir sono. Eu fico insuportável e ranzinza e não consigo fazer absolutamente nada de útil. Tem gente que consegue dormir pouco ou nada e continuar vivendo. Eu não. Ficando velha, snif.

O bom de ter uma irmã que estuda Gastronomia é ter docinhos e quitutinhos esperando em casa de vez em quando. O ruim é praticamente não vê-la mais. Ah, esses estágios exploradores...

Tentando atualizar esta bagaça de Explorer. Cinqüenta e oito minutos, cinqüenta e sete, cinqüenta e seis...
Argh.

December 05, 2003

Agora, greve e caos em Charles de Gaulle é daquele jeitim mesmo. E acho que acontece todo ano. Funcionário público e sindicalizado, sabe como é.

Agora, pulando pro lado dos filmes nada-engajados, vi também "Décalage Horaire", da Danièle Thompson. Não gostei nada do filme anterior dela, "La Bûche", um desperdício de Charlotte Gainsbourg, Emanuelle Béart e Sabine Azéma. Mas "Décalage" é bonitinho ainda que clichezinho. Agora...música de Eric Serra, elenco com Juliette Binoche (linda!) e Jean Reno, meio demasiado pra um filme desses, não? Se bem que, sem eles, não haveria filme. Talvez eles estivessem precisando de dinheiro, coitados.
A receita de mignonettes de veau no meio dos créditos finais também foi uma idéia mignonne (ouch!)
E, claro, as inconsistências que só alguém que trabalha onde eu trabalho poderia perceber :
* Ele vai de táxi de Roissy a Bourg-en-Bresse (tipo, de TGV seriam duas horas de viagem )?
* Ela viaja de Air France e a bagagem chega no mesmo vôo?